Eis o barulho
Do pleno orgulho
Do silêncio
Dos imaturos
Sacolas cheias
De calor
De pesares
Das esteias
que nela está
É na palavra morta
Da vida torta
Do não cessar
Que ela encontra
o consolo
no solo de plantar
Fundida imaginação
Sob escaldante desejo
Ela se molda em rimas
Explode em sonhos
Morre no beijo
A cada dia
Vontade em poesia
pelo que não viveu
pelo que morreu
antes de nascer.
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