Olha! O carro!
Bibi, fom-fom
Ele vai e vem
pra todo lado
Trânsito engarrafado
cidade desorganizada
nos olhos do menino
tudo vira graça
Uau! Carro novo,
sem arranhão.
Fica estacionado em sua mão.
Ele abre a porta
fecha a porta
Tudo o distrai.
Pra cá ele corre,
Pra lá ele vai.
Eba! Ele acelera
Faz caras e bocas
a alegria impera
Tudo pro menino é festa
Ele pula
Ele escala
Ele da cambalhota
E deixa todo mundo,
de boca torta
Tamanha saúde
Intensa energia
Para seus pais
É a felicidade
transbordada nos dias
Menino, menino!
Não seja apressadinho
O sinal está vermelho
Pare! Pode crescer aos pouquinhos.
A mãe: histeria
O pai: calmaria
Se os pais fossem eternos?
Que bom seria!
Nossa! Olha carro...
Nossa! Quanto tempo...
Nossa, é a vida!
Em veloz movimento.
- Ah! Mamãe! Ah! Papai!
-Me solta, o sinal ficou verde!
É preciso seguir...
Por Géssica P. Monteiro Rangel 12/01/2018 às 13:16
atualizado: 01/08/2018
Dedico esse poema todo ao meu filho Bernardo. Minha inspiração de vida.

Nenhum comentário:
Postar um comentário